Nasceu
em Lisboa no 1 de Maio do ano de 1952. A vida do aquanauta / artista Henrique de
Brion é caracterizada por uma sucessão de aventuras e novos desafios. Aos 12
anos inicia-se nas técnicas de pintura ao restaurar os frescos da sua quinta de
família; aos 16 anos embarca a bordo de um iate como assistente de cozinheiro
conhecendo assim muitos dos cantos do mundo; e aos 23 parte para explorar as
profundezas do mar brasileiro.Henrique dedicou a sua vida ao mergulho profundo.
Ensinou e trabalhou em explorações de petróleo off-shore em locais tão exóticos como a Tunísia e India, atingindo o cargo de superintendente da COMEX (Compagnie Maritime de Expertises) e por fim o cargo de gerente de operações de uma empresa norte-americana, a Solus Ocean Systems Inc. (Ensearch Corp.), Mais tarde começa a interessar-se pela pesquisa de barcos afundados, especializando-se como Técnico de Arqueologia Náutica e Subaquática o que lhe valeu o convite para ingressar como director operacional no Projecto de Arqueologia Náutica do Pavilhão de Portugal para a Expo98. Este projecto consistiu na exploração dos vestígios da Nau Nossa Senhora dos Mártires afundada em 1606 na costa do Forte de São Julião da Barra do Tejo em Carcavelos.
A pintura para
Henrique de Brion foi sempre uma aventura, um campo imenso de criatividade que
queria descobrir e dominar. Iniciou-se muito cedo na pintura, e como autodidacta
foi descobrindo ao longo dos tempos como aperfeiçoar a sua técnica, que não é
mais do que um reflexo da sua vivência profissional. Experimentou vários
materiais, varias técnicas mas sempre com a mesma fonte de inspiração: o mar.
A partir de 1998 dedica-se totalmente à pintura, encontramos assim as Marinhas,
Paisagens, e reproduções. Agora, deseja dedicar-se principalmente à pintura de
retratos de família, uma área que o fascina e faz com mestria e originalidade.
Os seus retratos são caracterizados pelo seu ambiente calmo e relaxante mas
também pela sua técnica pormenorizada e perfeccionista. Predominam as cores
veraneias e as imensas tonalidades azuis que aludem sempre à relação intima do
artista com o mar. Como mergulhador profundo cada movimento tem de ser estudado
ao mais ínfimo pormenor, não pode haver a mínima margem de erro, o mais pequeno
movimento em falso pode ser fatal. Esta precisão de movimentos caracteriza a sua
técnica que se reflecte numa pintura harmoniosa mas bastante alegre.
Experiência na
área das artes:
1990
Curso de Aguarela com o Mestre Vieira de Melo no Rio de Janeiro.
1997
O "Tesouro de São Julião" ilustração para o artigo da revista Grande Reportagem,
edição de Março de 1997.
1999
Exposição na inauguração da Quinta da Rosa, em Lisboa.
2001
1º Curso de Desenho Científico Submarino em Portugal com o Prof. Pedro Salgado
no CPAS.
Exposição na Quinta Patino no Estoril.
Contacto:
brion @ netcabo.pt
Página do artista: http://www.debrion.com